O número de caracteres na sequência:
var=”ABCDEF”
echo ${#var}
Extraindo algumas strings:
var=”ABCDEF”
echo ${a:3:6}
Substituindo:
var=”ABCDEF”
echo ${var/B/b}
Simples assim, precisou de algo mais que o bash para manipular alguma string?
O número de caracteres na sequência:
var=”ABCDEF”
echo ${#var}
Extraindo algumas strings:
var=”ABCDEF”
echo ${a:3:6}
Substituindo:
var=”ABCDEF”
echo ${var/B/b}
Simples assim, precisou de algo mais que o bash para manipular alguma string?
“O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.
Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.
Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.
E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.” - Trecho traduzido do discurso de Steve Jobs em stanfold.
Nunca me interessei por Steve Jobs, nem Apple nem Microsoft. Apenas me interessei pelos cabeludos loucos que pregavam a ideia de um software no qual eu pudesse ler o código e modifica-los. Sempre me chamou a atenção a ideia de ajudar e compartilhar no conhecimento do homem. Mais do que códigos eu vi nesta filosofia uma ação muito mais profunda que códigos em assembly.
Logo que conheci já estava tão envolvido, que ao me redor só tinham pessoas que usavam Debian GNU/Linux e Slackware Linux. Eu mesmo era um grande e fervoroso usuário do Slackware. Em meu primeiro emprego de desenvolvimento, minha estação era um Slackware Linux no qual eu usava-o em modo texto apenas. Desenvolvia páginas e sites com PHP, MySQL, CSS, XHTML, etc…Em 2004 eu usava o pine, o vim e o links.
Mas alguma coisa com o tempo se perdeu para mim. Alguma coisa que não sei expressar, e somente aos que vivenciam podem perceber. A ilusão da imagem que tinha de alguns ícones, passou a tomar a forma das necessidades reais. Necessidades que eram construídas por pessoas dentro e fora deste mundo. Necessidades que eram atendidas por linhas sonhadoras de códigos que passavam por mãos sábias a mentes contábeis.
Um “hacker” precisa sobreviver, nesta necessidade ele ignora estas linhas sabiamente ditas por steve jobs. Ignora, pois é assim, é assim que os demais fazem. Não tem porque serem diferentes.
Sempre fui um admirador do Kernel Linux, mas minha carreira se direcionou para um outro caminho. Sinto as vezes uma certa frustação por não ser tão sábio nesta área como gostaria de ser. Mas no fundo, hoje, não consigo mais ver a importância desta vontade. Acredito que em algum momento passei a viver a vida profissional. Essa vida que todos vivem, com roupas sociais ou não. Nesse ponto, não só eu, mas muitos amigos meus que observo passaram a fazer o inverso das afirmações acima de Steve Jobs. Acho que no atual ponto, onde a linhas no vim se tornam holerites, muitos não se espelham mais na simplicidade do encaixe dos comandos no bash, mas sim na imagem de sucesso de outras pessoas. Outros que se vendem, que se afirmam em longas e fabulosas histórias em seus blogs.
Os outros me foram desanimadores. Pois quando passei a viver neste mundo, percebi que o ego era muito mais elevado que a sabedoria e prática. Percebi que o importante era exaltar e não ter linhas de código. Percebi que o importante e parecer ser, e não na realidade ser. Os que eram, estes não eram valorizados. Os que eram, estes eram esquecidos em cantos de algum escritório mas jamais despedidos, pois se fossem, quem iria fazer de verdade? Pela experiência vi diante de mim, pessoas que hoje na “comunidade” são exaltadas, caírem de seu pedestal egocêntrico ao se tornarem práticos pela necessidade.
Mas não quero aqui apontar o dedo a ninguém, nem sei se tem alguém que ainda acompanha esse blog. Minha intenção aqui é apenas um referência para mim, para com o tempo, saber por onde andei e o que me fez chegar onde estou.
Nesta selva, estas linhas do discurso de Steve Jobs se tornam completamente avessas. Acho que é por isso que realmente chama a atenção nas pessoas, pois são pequenas verdades ai contidas. Verdades demais para se por em prática. Ontem eu vi que você podia fazer. Hoje eu vejo, que você se encaixa no que faz. Ontem eu vi, que eu poderia mudar. Hoje eu vejo, que é necessário apenas manter e que as coisas são tão ruins, que o mínimo diferente que você faz se torna inacreditável para a maioria que não percebe a sutil simplicidade das coisas. Ontem ditava-mos as regras. Hoje, seguimos as regras. Quem hoje são os espelhos das gerações que se formam e contribuem para o engrandecimento? Quais as comunidades que surgem, e quais os e-mails, que nas listas de discussão, se tornam raros? Quem hoje cria os dogmas a serem seguidos, quem hoje cria o molde a ser seguido? Qual as opiniões hoje que calam a minha, a sua, voz interior? Quais os resultados que seguem, qual esse tutorial do sucesso?
Assim, permaneço em busca do Mágico, que me dará sabedoria, coração, coragem ao qual me levaram para casa!
Nota: Ando com esse blog um pouco parado, e assim que as minhas coisas pessoais se acertarem, voltarei com mais empenho a ele.
Tenho usado o Mac tanto pessoalmente como no ambiente de trabalho, e hoje precisei gravar um cd do Slax para um amigo e, acostumado com o GNU/Linux, fiquei meio perdido. Mas, com o bom e velho Cdrtools pude gravar sem maiores problemas meu cd.
Primeiro, acredito que você já tenha o MacPorts instalado, é necessário instalar o Cdrtools, abra o terminal e digite:
sudo port install cdrtools
Depois, basta identificar onde está localizado seu dispositivo de DVD/CD:
cdrecord –scanbus
Você verá um resultado como esse:
Cdrecord-ProDVD-ProBD-Clone 2.01.01a77 (i386-apple-macosx10.3.0) Copyright (C) 1995-2010 J?rg SchillingUsing libscg version ‘schily-0.9′.scsibus1: 1,0,0 100) ‘MATSHITA’ ‘DVD-R UJ867A ’ ‘KK08′ Removable CD-ROM 1,1,0 101) * 1,2,0 102) * 1,3,0 103) * 1,4,0 104) * 1,5,0 105) * 1,6,0 106) * 1,7,0 107) *
Localizado seu endereço, no meu caso:
1,0,0 100) ‘MATSHITA’ ‘DVD-R UJ867A ’ ‘KK08′ Removable CD-ROM
Basta começar a gravação da imagem. Entre no diretório que se encontra a ISO ( no meu caso é um Slax 6.1.2 ), e execute o comando:
cdrecord -v speed=8 dev=1,0,0 slax-6.1.2.iso
Eu sempre “posto” alguns assuntos que acho relevantes que acontece comigo durante meu trabalho… Mas, devido algumas questões, vou dar uma pequena pausa nesse blog até ano que vem.
Espero que compreendam, e nos vemos no novo ano que chega.