Ontem, minha contribuição ao r18n entrou no master do projeto. Agora você pode internacionalizar seu Sinatra, Merb ou outras aplicações para Desktop em Ruby para português ou espanhol.
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Ontem, minha contribuição ao r18n entrou no master do projeto. Agora você pode internacionalizar seu Sinatra, Merb ou outras aplicações para Desktop em Ruby para português ou espanhol.
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Ando percebendo muitas coisas ultimamente. Após o FISL, mais fortemente, algumas opiniões pessoais foram, em minha visão, confirmadas.
Trabalhar em uma equipe não é algo das mais triviais. Ainda mais se você trabalha em equipes com mais de 4 pessoas. Mas as equipes são formadas de pessoas, e as pessoas são diferentes, tem objetivos diferentes e metas diferentes, então como trabalhar em harmonia em um projeto?
Bom, descobri que as pessoas que mais falam, são as que menos sabem, ( tem uma frase no I Ching que não me recordo corretamente para colocar aqui, muito interessante sobre isso ) e, as que sabem, de certa forma, não conseguem falar.
Agora preciso explicar um outro ponto para melhor ilustrar o que vou falar. No livro, A Arte da Guerra, Sun Tzu fala sobre “Os Nove Tipos de Terreno”:
“Em relação ao emprego de tropas, o terreno pode ser classificado como dispersivo, fronteiriço, chave, comunicante, focal, perigoso, difícil, cercado e mortal. Quando se combate em seu próprio território, combate-se em território dispersivo. Quando se avança pequena distância em território inimigo, encontra-se em território fronteiriço. Terreno-chave apresenta igual vantagem para tropas de ambos os lados. Terreno comunicante é aquele que permite fácil acesso por ambos exércitos. Terreno que faz fronteira com três outros estados é chamado de focal, e é de grande importância controlá-lo. Terreno perigoso é aquele em que se encontra um exército que já penetrou profundamente em território inimigo, e de onde é difícil regressar. Em terreno difícil o deslocamento é árduo, pois há de se passar por desfiladeiros, pântanos ou florestas. Terreno cercado possui acesso apertado e saída tortuosa. Terreno mortal é aquele no qual um exército não tem escolha a não ser lutar.”
Ou seja, de certa forma as pessoas agem como generais em suas vidas, e o terreno é o ambiente que ela cria. O que quero dizer é – As pessoas se acomodam ou lutam, dependendo de suas tendências e vontades, isso faz com que em um projeto, determinados tipos de pessoas criem um terreno que traz segurança a elas. O terreno que digo é um ambiente no qual ele sabe que se fizer aquilo o dia inteiro vai receber seu salário, e ninguém vai falar que ela não está colaborando. Suas atividades podem ser sim automatizadas, ou mesmo descartadas, porém isso não é feito por ela -. Assim ela simplesmente trabalha na empresa e contribuí com o projeto.
Pessoas assim falam, para mostrar que estão, de certa forma, envolvidas com o projeto. Pessoas assim contam histórias, não aceitam coisas novas e ficam em seu terreno simplesmente aguardando o exército inimigo atacar, nesse ponto o responsável pela sua derrota é seu próprio terreno que escolheu para combate, e não o exército inimigo.
Quando em reuniões, ( Daily Scrum, etc… ), o comportamente dos conformistas é mais destacado.
Agora, trabalhar com “Open Source” é uma vantagem, mas pelo que vejo, o “Open Source” é apenas uma forma de se destacar no mercado para muitas pessoas. Nesse ponto, quem for melhor “Trovador” ganha, não necessariamente o melhor.
Posso ser sonhador, ou um ignorante. Mas o fato é, que em determinadas situações não se tem como argumentar:
http://en.wikipedia.org/wiki/Argument_from_ignorance
Muitas metodologias estão ai para nos auxiliar, porém as pessoas são, na maioria delas, excluídas. Mas de certa forma, não seria possível ainda ver em qualquer empresa de desenvolvimento de software times autogeridos, pessoas que são seus próprios generais.
Uma coisa interessante foi o que Ricardo Semler fez :
Há tempos ando reparando nas pessoas e estudando melhores formas de desenvolvimento do software.
O que este ano pude perceber no FISL é: existe oportunidade para todos. Por mais que sejam todos parecidos ao mesmo tempo tão diferentes, todos tem mercado. É isso foi o que mais me chamou a atenção.
Da mesma forma que para um problema existem várias soluções, para uma pessoa existem várias empresas.
As teorias de Maslow e todos os estudos de comportamento humano em uma empresa.
O que concluo é – O Segredo de uma equipe esta na forma que ela é comandada, o general deve conhecer seu soldados e fazer com que eles ajam por eles próprios, que eles compreendam o projeto e trabalhem de forma harmônica como uma sinfonia. Isso é a forma com que as equipes são melhores governadas.
Eis o segredo do melhor gestor:
Reger a equipe sem-agir
Pois simplesmente um desenvolvedor, em minha opinião, devia-se:
“Gerar e criar; Gerar e não possuir; Agir sem depender; Presidir e não controlar.”
Fazendo uma analogia ao Friedrich Nietzsche, nós somos o “anti-software-development“, pois não existe problemas em uma equipe, nos que o criamos.
Para quem tem uma alimentação vegetariana ( ou vegana, que é meu caso ), e vai ao FISL, tem alguns restaurantes próximos a PUC de Porto Alegre, porém não são vegans, mas tem opções de lanches vegetarianos, são eles:
Café com Pecado
Avenida Ipiranga, 5200 Quiosque 29 – Bourbon Shopping Ipiranga – 90610-000 – Porto Alegre – RS
Fone/Fax: (51) 3381-1010 – contato@cafecompecado.com.br
http://www.cafecompecado.com.br
Delizzi Restaurante e Fast Food
Fone: (51) 3339-3046
Av. Ipiranga 6690 – Loja 64 – Bairro Jardim Botânico
Estes dois são os mais próximos do Centro de Eventos da PUC onde irá ocorrer o FISL, não os conheço e vou comer lá quando estiver no evento.
Mais Restaurantes podem ser encontrados no site da Pro Vegan: http://www.provegan.com.br/restaurantes.htm
Se alguém conhecer algum outro e quiser me indicar, eu agradeço.
Update
Al Nur (árabe)
Fone: (51) 3330-8609 – Tem tele-entrega!
Av. Protásio Alves, 616 (esquina rua Dona Leonor) – Bairro Petrópolis
http://orbita.starmedia.com/~alnur/
Este restaurante é o mais próximo que encontrei, cerca de 2 KM sendo acessível a pé.
No site tem o cardápio e, acredito eu, parece ser bem atraente. Possivelmente almoçarei lá todos os dias ( o melhor é que tem opções vegan :) ).
Pela primeira vez ando mexendo com servidores FreeBSD. Devido a necessidade específica da atividade que estou fazendo, em conjunto com a equipe que estou, chegamos a conclusão que o FreeBSD nos atenderia de uma forma muito melhor.
Assim, com um mundo novo na minha frente, a primeira coisa que me chamou a atenção foi o sistema de arquivos, o UFS. Algumas vezes é possivel achar referências que UFS pode ser chamado de Berkeley Fast File System, BSD Fast File System ou FFS,mas isto é errado. UFS e FFS são sistemas de arquivos diferentes, sendo o FFS o sistema de arquivos padrão na maioria dos “Unixes”.
Basicamente, a diferença entre FFS e UFS é que o UFS define o layout do disco enquanto o FFS roda em cima do UFS provendo informações da estrutura de diretórios, e uma varidade de otimizações de acesso ao disco. Acredito que posso considerar que UFS e o FFS sejam dois lados de um mesmo sistema de arquivos, sendo que o UFS pode ser compartilhado com outros sistemas de arquivos usando uma política de armazenamento diferente.
UFS2 teve uma mudança em seu layout em relação a UFS1, isto para um melhor suporte a “Extensão de Atributos”, no mais, as principais caracteristicas do UFS1 são mantidas. Em relação a performance, o UFS2, diferencia-se devido a inicialização preguiçosa dos inodes, sendo executado muito mais rápido.
Uma coisa que me chamou a atenção no sistema de arquivos, é o uso de Soft Updates, diferentemente do Journaling.
Soft Updates é uma alternativa para Journaling para se manter a integridade dos dados em disco. Diferentemente de um sistema com journaling, Soft Updates trabalha ordenando os meta-dados escritos para garantir a consistência após um crash. Uma vantagem em relção aos sistemas com Journaling, e que sistemas de arquivos com Soft Updates podem ser montados imediatamente após um crash, pois não tem um log de resposta como os sistemas com Journaling. Com Sof Updates os dados são ecritos de modo assíncrono, impedindo a incosistência do sistema de arquivos.
É possível implementar a checagem de integridade do sistema de arquivos com Journaling no UFS2 usando GEOM, nesse documento tem mais informações:
http://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/articles/gjournal-desktop/article.html
Neste link, há uma comparação interessante entre UFS e XFS:
http://linux-xfs.sgi.com/projects/xfs/papers/xfs_white/xfs_white_paper.html